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Ilha do Governador

Postado por [email protected] em 22/abr/2024 - Sem Comentários

A Águas do Rio informa que precisou interromper o abastecimento de água na região da Ilha do Governador para viabilizar a execução de um reparo emergencial.

Regiões afetadas: bairros da Ilha do Governador.

A normalização do fornecimento de água ocorrerá de forma gradativa, após a conclusão do reparo, prevista para a tarde desta segunda (22/04).

A concessionária orienta os seus clientes a manter a água de cisternas e caixas d’água reservada para as atividades prioritárias, adiando tarefas que demandem alto consumo, neste período.

Rio de Janeiro dobra a produção de água de reúso por dia: de 1,9 milhão de litros para 4,3 milhões

Postado por [email protected] em 18/abr/2024 - Sem Comentários

Iniciativa sustentável da concessionária Águas do Rio permite que mais água potável seja destinada para o consumo da população

Menos impacto para o meio ambiente e mais água nas torneiras da população. Isso acontece porque a Águas do Rio ampliou sua produção de água de reúso – de 1,9 milhão para 4,3 milhões de litros por dia. Sustentável, a iniciativa permite a utilização de água potável para a sua forma mais nobre: o abastecimento das pessoas. Esse volume equivale ao uso diário de cerca de 29 mil pessoas, quantidade suficiente para o consumo dos bairros cariocas de Bonsucesso e da Abolição, juntos, por exemplo.

Resultado do tratamento do esgoto, com uma etapa adicional de desinfecção com cloro, a água de reúso é produzida pela concessionária na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da Penha (1,9 milhão de litros/dia) e, mais recentemente, na ETE da Pavuna ( 2,4 milhões de litros/dia). Nas duas unidades, cerca de 30 caminhões-pipa da Companhia de Limpeza Urbana, a Comlurb, são abastecidos diariamente e partem rumo à limpeza das ruas.

A água de reúso é aproveitada para limpar vias que abrigam feiras livres e também em dias de jogos nos estádios do Maracanã e do Engenhão, além de grandes eventos na capital fluminense, como Carnaval e o Réveillon. Desta maneira, a água potável que poderia ser direcionada para essas atividades vai para os imóveis de moradores e comerciantes atendidos pela Águas do Rio.

“O esgoto tratado nada mais é do que água. Ele passa por estações de tratamento com a operação controlada e, em vez de ser devolvido à natureza, se torna um novo recurso. Ou seja, é uma alternativa sustentável acima de tudo. A água de reúso é mais utilizada nas atividades industriais, podendo ainda ser aplicada na agricultura, limpeza de ruas e veículos e rega de jardins”, explicou o gerente de Operação das ETEs da Águas do Rio, Pedro Ortolano.

Segurança hídrica

O aumento da oferta de água de reúso está alinhado ao compromisso da Águas do Rio com a sustentabilidade e com a segurança hídrica no Estado do Rio. Nesse cenário, o olhar da empresa vai além.

“O aumento da produção é somado a outras iniciativas da companhia, que têm como objetivo fazer o uso sustentável desse recurso vital para as pessoas e para a preservação da natureza. O nosso programa de perdas, por exemplo, utiliza diversos recursos tecnológicos, como georadar, geofone e até mesmo um satélite, que identifica vazamentos ocultos. Desde o início da nossa atuação, cerca de 3 bilhões de litros de águadeixaram de ser desperdiçados por mês”, destacou Sinval Andrade, diretor institucional da Águas do Rio.

Produção de água de reúso será ampliada

A Águas do Rio tem planos definidos para aumentar o projeto. A concessionária está implantando uma unidade de produção de água de reúso na ETE São Gonçalo para fornecê-la ao Polo Gaslub, antigo Complexo Petroquímico de Itaboraí (Comperj), da Petrobras, a partir do segundo semestre de 2026.

Estudantes da Zona Norte carioca se unem em defesa do meio ambiente

Postado por [email protected] em 16/abr/2024 - Sem Comentários

Numa ação da Águas do Rio, alunos da rede pública na Ilha do Governador são desafiados a arrecadar óleo que seria descartado de forma incorreta

Alunos da Escola Municipal Rodrigo Otávio, no bairro Moneró, Ilha do Governador, Zona Norte carioca, são os mais novos aliados da sociedade na preservação do meio ambiente. Isso porque a instituição está participando da gincana do Programa De Olho no Óleo, da Águas do Rio e que está presente em cidades onde a concessionária atua. A iniciativa vai arrecadar com as turmas do Ensino Fundamental óleo de cozinha usado, com o objetivo de sensibilizar estudantes, familiares e toda a comunidade escolar sobre os danos causados por esse resíduo na rede de esgoto.

“Crianças e adolescentes são os nossos consumidores do futuro. É uma geração que cresce em meio a discussões ambientais relevantes e que tem o poder de influenciar quem está a sua volta para a adoção de hábitos mais sustentáveis”, afirmou Rodrigo Fernandes, Supervisor de Responsabilidade Social da companhia, lembrando ainda que o projeto já recolheu mais de 1100 litros de óleo de cozinha, o equivalente a dizer que mais de 27 milhões de litros de água foram preservados.

Jogar o óleo de cozinha usado na pia ou em algum ralo pode causar transtornos. A gordura, quando entra na rede de esgoto e em contato com a água fria, vira um bloco sólido capaz de entupir tubulações e comprometer o fluxo da rede. Essa prática pode causar o retorno do esgoto para o imóvel, mau cheiro, extravasamentos em vias públicas e ainda atrair ratos, baratas e outros animais. Se chegar nas redes pluviais, o resíduo ainda pode poluir rios, lagoas e o mar.

Saiba onde estão os ecopontos

Até junho, um ecoponto ficará disponível na escola. E, para engajar os alunos sobre o tema, a Águas do Rio realizou palestras educativas sobre saúde, meio ambiente e saneamento básico, além de explicar que o óleo de cozinha coletado será recolhido por empresa especializada que vai direcioná-lo para a produção de biodiesel.

A estudante Sabrina Ferreira, de 14 anos, contou como pretende envolver sua família na gincana:

“Para mim, o óleo ia para o esgoto e ponto final. Eu vou conversar com minha família sobre o que aprendi na palestra. Quero mostrar como o óleo prejudica o meio ambiente e até a nossa saúde”, disse.

O De Olho no Óleo também disponibiliza no Rio ecopontos nos bairros de Copacabana, Botafogo, Cosme Velho e Inhaúma. Eles funcionam de segunda até sexta, entre 10h e 16h. Confira os endereços:

  • Centro de Orientação e Reabilitação Beneficente de Inhaúma (Corbi): Rua Guarapuava, 98, Inhaúma.
  • Loja da Águas do Rio em Copacabana: Rua Francisco Sá, 86.
  • ONG Rio Solidário: Travessa Eurícles de Matos, 17, Laranjeiras.
  • Yázigi do Cosme Velho: Rua Cosme Velho, 89

Sustentabilidade em áreas vulneráveis domina debate promovido por Prêmio Jovem da Água de Estocolmo

Postado por [email protected] em 15/abr/2024 - Sem Comentários

Representantes do poder público, empresas e ambientalistas falam sobre ODS e desafios para os jovens na Águas do Rio

“Amem os seus territórios!”. A frase, enfática e inspiradora, foi dita por Larissa Eugênio, embaixadora do Programa Ambiente Jovem, do governo do estado, e deu o tom do evento “Água, Juventude e Saneamento”, na sede da Águas do Rio. A ideia da conferência era debater a importância dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para o futuro do planeta, ressaltando os desafios da população mais nova, o empoderamento feminino, o ESG na prática e a dignidade que chega com o acesso à água tratada para pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O encontro reuniu ainda representantes da Prefeitura do Rio, Cedae, sociedade civil, iniciativa privada, mestres e doutores ligados ao meio ambiente, estudantes, entre outros. Foi organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) e pelo Prêmio Jovem da Água de Estocolmo, com a colaboração da Câmara Brasileira de Comércio na Suécia e da Águas do Rio. O prêmio visa promover a conscientização, engajamento e protagonismo da juventude na proposição de soluções inovadoras e sustentáveis para o alcance dos ODS.

“O primeiro passo para mudar uma realidade é cuidar do lugar onde vivemos, mesmo que a infraestrutura esteja longe da ideal. Nós, jovens, somos agentes de transformação!”, afirmou Larissa, no auditório da concessionária, na Praça Mauá, Zona Portuária carioca, sexta-feira (12).

Assessor especial do comitê Rio G20, da Prefeitura do Rio, Henrique Silva ressaltou a importância sobre a democratização do debate como plataforma de ação conjunta entre a sociedade, poder público e empresas para que seja construído um mundo sustentável. O evento desta sexta-feira, aliás, estava na agenda do comitê:

“Isso tudo vai ajudar na adaptação, por exemplo, às mudanças climáticas. A sustentabilidade é um grande desafio que precisamos enfrentar com seriedade em todos os cantos do planeta”, disse Henrique, lembrando ainda que o Rio de Janeiro estará de portas abertas para sediar a 19ª reunião de cúpula do G20, em novembro.  

Elisa Sohlman, CEO da Câmara Brasileira de Comércio na Suécia, foi mediadora do debate sobre “O Empoderamento Feminino como Chave para Mudança”. Negra, criada na periferia de Taboão da Serra (SP) e mãe ainda adolescente, ela direcionou uma mensagem às dezenas de jovens sentadas a sua frente, a maioria de origem humilde:

“Meu canto de expertise é: perturbar o status quo. É não entender onde querem impor que seja o meu lugar. Um lugar de pobre, um lugar de mulher, um lugar de preto. Nunca aceitem isso! Façam o seu lugar”, disse, arrancando aplausos.  

Enquanto isso, Luan Oliveira, secretário-geral do Programa de Jovens Profissionais do Saneamento da Abes e porta-voz da Águas do Rio no evento, explicou que o fórum desta sexta-feira era uma espécie de convocação para a juventude mostrar sua capacidade de ter ideias inovadoras e de fazer ciência com qualidade:

“Aqui na Águas do Rio temos no nosso quadro de profissionais um grande número de jovens, nos mais diferentes espaços, incluindo no campo da liderança. A empresa sempre prega nos seus treinamentos a temática do empoderamento feminino, além de programas inclusivos”, explicou Luan.

Na mesma linha adotada por Larissa Eugênio, embaixadora do Ambiente Jovem, Maíra Sugawara, coordenadora de Sustentabilidade Ambiental na Aegea (holding da qual a Águas do Rio faz parte), lembrou a importância de olharmos com carinho para a territorialidade:

“O saneamento passa por todos os 17 ODS. E, se nós quisermos vestir a camisa para enfrentar essa pobreza sanitária brasileira, precisamos pensar numa estratégia de otimização e que inclua todos os territórios. Essa é a principal característica de quem trabalha de maneira eficiente”, concluiu. 

Partes da Zona Sul do Rio

Postado por [email protected] em 13/abr/2024 - Sem Comentários

A Águas do Rio informa que o fornecimento de água tratada em partes da Zona Sul do Rio precisou ser interrompido, na manhã deste sábado (13/04), para a atuação de equipes da concessionária na rede de distribuição da Rua Farani, em Botafogo.

Regiões afetadas: Botafogo, Catete, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Laranjeiras, Leme e Urca

A normalização do abastecimento será gradativa, após a conclusão do serviço, prevista até o final da noite. A concessionária orienta os seus clientes a manter reservada para atividades prioritárias a água de cisternas e caixas d’água, adiando tarefas que demandem alto consumo, neste período.

A Águas do Rio segue disponível pelo 0800 195 0 195, que funciona para ligações gratuitas e mensagens via WhatsApp

Águas do Rio apoia Caminhada de Conscientização do Autismo no Leblon

Postado por [email protected] em 09/abr/2024 - Sem Comentários

Concessionária apresenta atividades do programa Saúde Nota 10 e oferece água gelada para o público

A orla da Praia do Leblon, na Zona Sul carioca, recebeu neste domingo (7/4) a 11ª edição da Caminhada de Conscientização do Autismo. Organizada pelo grupo “Pais Mundo Azul”, a iniciativa teve o apoio da Águas do Rio, que marcou presença com ações do programa Saúde Nota 10 voltadas para questões ambientais, com foco nos serviços de fornecimento de água e de tratamento de esgoto.

Denise Aragão, uma das criadoras da caminhada, fez questão de agradecer pela parceria e destacou a importância de empresas na ampliação do alcance e na inclusão da população autista nas discussões sobre preservação do meio ambiente.

“Com essas colaborações, nós conseguimos ampliar o debate para mais pessoas. No caso específico da Águas do Rio, além desse alcance, também incluímos a população com autismo no contexto da discussão ambiental e do saneamento básico. Só temos a ganhar em parcerias como essa”, afirmou Denise.

Próxima parada: Ilha do Governador

Na tenda da Águas do Rio, atividades lúdicas para as famílias foram conduzidas pela equipe de Responsabilidade Social da concessionária, que também distribuiu água gelada para os participantes em todo o percurso.

Gabrielle Pereira, que aproveitou para participar das brincadeiras com o filho Benjamim, falou sobre a importância da iniciativa privada nessa causa.

“Uma empresa como a Águas do Rio, que chega em tantas pessoas por meio dos serviços que presta, consegue expandir a discussão e mobilizar mais pessoas a respeito da nossa luta em busca da inclusão e da conscientização sobre o que é o autismo.”

No próximo domingo, dia 14, a partir das 9h, a empresa também estará presente numa caminhada com o mesmo propósito na Praia da Bica, na Ilha do Governador, Zona Norte da capital. Desta vez a organização é do “Grupo de Pais Compartilha”.

Obras e fiscalizações em Copacabana garantem uma água mais limpa para a disputa do Rainha do Mar

Postado por [email protected] em 23/fev/2024 - Sem Comentários

Resultado das ações da Águas do Rio poderá ser comprovado por nadadoras durante a prova, neste domingo, 25

Uma água com qualidade ainda melhor do que a vista na edição do ano passado do Rainha do Mar é o que todas as nadadoras, amadoras ou profissionais, e o público vão encontrar durante a disputa da prova, neste domingo (25/2), na Praia de Copacabana. O evento na Zona Sul carioca tem o apoio da Águas do Rio, que, em pouco mais de dois anos de operação, montou várias frentes de trabalho no bairro – uma delas é a permanente e intensa fiscalização que combate ligações irregulares de esgoto nas redes de águas pluviais.

A concessionária também fez em Copacabana obras de revitalização na estação de bombeamento de esgoto Parafuso, eliminando o mau cheiro que permeava o posto 5. A empresa ainda desobstruiu o Interceptor Oceânico, canal que tem 9 km de extensão, coleta esgoto de bairros da região e passa pelo vão central da orla. Desde a sua construção, há mais de 50 anos, esse coletor, que leva esgoto ao Emissário Submarino de Ipanema, não era limpo. Na ocasião, quase três mil toneladas de resíduos foram retiradas do interceptor. Essa medida diminuiu extravasamentos de água contaminada com esgoto na praia em dias de chuva forte.

“Desde a estreia do Rainha do Mar, em 2022, apoiamos o evento porque ele promove saúde e bem-estar, objetivos que vêm ao encontro do nosso propósito. Além disso, incentiva as mulheres à prática do esporte e promove a cidade do Rio de Janeiro. E tudo isso acontece em Copacabana, bairro que recebe diversas ações de melhorias no saneamento e que resultam na melhor qualidade da água do mar para as competições e para o lazer”, disse Alexandre Bianchini, presidente da Águas do Rio.

Campeã olímpica e mundial vai competir

O Rainha do Mar é o maior evento 100% feminino de águas abertas do continente e foi dividido em quatro provas: a Open, que tem percurso de 500 metros; a Sprint, de 1 km; a Classic, de 2 km; e Elite, com 3 km. Nesta última, Ana Marcela Cunha, campeã olímpica e mundial, confirmou presença. 

Esta será a terceira edição do Rainha do Mar, evento desenvolvido pela agência Effect Sport e que terá transmissão, ao vivo, na Rede Globo.

“Desde o início, o evento é um sucesso, mostrando, mais uma vez, a força e a importância das mulheres no esporte. Ter um projeto totalmente dedicado a elas, entre atletas amadoras e algumas das principais da história da modalidade, é muito especial e motivo de muito orgulho”, celebra a diretora de projetos da Effect Sport, Claudia Helena Porto.

CANAL LINEU DE PAULA MACHADO, NO JARDIM BOTÂNICO, JÁ APRESENTA SINAIS DE RECUPERAÇÃO

Postado por [email protected] em 10/jan/2023 - Sem Comentários

Resultado é fruto das ações da Águas do Rio de combate às ligações clandestinas de esgoto na Zona Sul

O morador do Jardim Botânico, que passa pela Avenida Lineu de Paula Machado, talvez não imaginasse que, em pouco mais de um ano de atuação da concessionária Águas do Rio, veria ali no canal peixes, garças e água clara. Além da melhoria operacional das elevatórias que atendem a região, a concessionária está combatendo fortemente, desde setembro do ano passado, o despejo irregular de esgoto na rede de drenagem da capital carioca.

Foto do Canal antes das ações da Águas do Rio

“Antigamente, o mau cheiro incomodava bastante e a sujeira no canal era visível. Nós estamos acompanhando o trabalho da Águas do Rio de perto e desde o inicio. A transformação é inegável”, atesta o presidente da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico, Heitor Wegmann.

Os técnicos da concessionária identificaram o lançamento de cerca de três litros de esgoto por segundo vindos do Hospital Federal da Lagoa, que desaguavam no canal, através da galeria de águas pluviais. Já na Praça do Chacrinha, trocaram 30 metros de tubulação, o que passou a impedir que 18 mil litros de esgoto fossem lançados por hora nos canais da General Garzon e da Lineu de Paula Machado.

“É claro que a variação da vazão nas galerias de drenagem, em função das condições climáticas, pode interferir pontualmente nesses resultados. Mas a verdade é que o despejo de esgoto irregular está sendo neutralizado e a consequência disso é a recuperação do curso d’água”, explica o Coordenador de Operações José Maria Vaz.

Sinval Andrade, diretor superintendente da Águas do Rio na capital, ressalta que a empresa tem um compromisso em cuidar da cidade e que para isso é essencial que haja cooperação técnica e esforços conjuntos entre os órgãos responsáveis.

“O projeto de fiscalização contribui diretamente com a qualidade da água que chega às praias em épocas de chuvas intensas, por exemplo. No caso do Lineu, influi diretamente na qualidade da água da Lagoa Rodrigo de Freitas, onde ele desemboca. É um trabalho diário, de formiguinha, e que está sendo feito em cooperação com o Inea e com a Fundação Rio Águas”, ressalta Sinval.