Postado por [email protected] em 21/set/2025 -
A Cedae informou que, devido à falha no fornecimento de energia elétrica, o abastecimento de água no Sistema Guandu-Lameirão foi impactado na tarde desta domingo (21).
Ainda de acordo com a estatal, a energia já foi restabelecida e técnicos atuam para religar os sistemas que foram paralisados. Após a conclusão, o fornecimento de água entrara em processo de normalização gradativa podendo levar até 72 horas — ou mais — para ser totalmente normalizado, especialmente em áreas elevadas e nas extremidades do sistema de distribuição.
Regiões afetadas: Mesquita (BNH, Rocha Sobrinho, Banco de Areia), Nilópolis (todo o município), Rio de Janeiro (Centro e zonas Norte e Sul) e São João de Meriti (todo o município).
A concessionária orienta aos moradores que façam uso da água armazenada em cisternas e caixas d’água apenas em atividades essenciais, adiando tarefas que exigem maior consumo até que o fornecimento seja completamente restabelecido. A empresa segue à disposição pelo número 0800 195 0 195, que atende gratuitamente por ligações e mensagens via WhatsApp.
Postado por [email protected] em 05/set/2025 -
A Águas do Rio informa que será necessário interromper temporariamente o fornecimento de água tratada em partes da Zona Sul da Capital, na manhã do próximo domingo (07/09), para a execução de uma ação de melhoria no sistema de abastecimento.
– Regiões afetadas: Gávea, Leblon, Ipanema, Copacabana e partes da Lagoa
Será instalada uma válvula inteligente em uma rede distribuidora da região. O equipamento permitirá a setorização da tubulação, reduzindo impactos em caso de paralisações, além de possibilitar o monitoramento e controle remoto do fluxo de água conforme a demanda de uso.
A ação faz parte do Programa de Melhoria do Abastecimento, que moderniza a infraestrutura e busca regularizar o fornecimento em áreas com histórico de intermitência.
Após o término da intervenção, o abastecimento será retomado de forma gradativa, podendo levar até 72 horas — ou mais — para ser totalmente normalizado, especialmente em áreas elevadas e nas extremidades do sistema de distribuição.
A concessionária orienta os clientes a reservarem a água de cisternas e caixas-d’água para atividades essenciais, adiando tarefas que demandem alto consumo até a regularização do fornecimento. Em caso de dúvidas, a Águas do Rio segue disponível por meio de ligações gratuitas ou mensagens via WhatsApp pelo número 0800 195 0 195.
Postado por [email protected] em 02/set/2025 -
Obra na unidade Caixa Nova reforça o fornecimento de água na região
Uma obra de alta complexidade está modernizando a Elevatória Caixa Nova, no Alto da Boa Vista, responsável por abastecer cerca de 100 mil moradores da Tijuca, Usina, Borel e do próprio Alto da Boa Vista. A intervenção substitui vigas, reforma duas bombas e instala uma bomba reserva, garantindo que, em caso de manutenção ou falha em uma delas, o fornecimento seja mantido pelas demais. A iniciativa é da Águas do Rio.
Em 2021, a concessionária, que integra o grupo Aegea, instalou duas bombas submersíveis (equipamentos que trabalham dentro d’água e não precisam de sistemas adicionais de sucção) para substituir os antigos equipamentos da elevatória. Nesta nova etapa, estão sendo trocados 70 metros de vigas utilizadas para movimentar as bombas no interior da unidade.

“As vigas originais, de ferro, já estavam bastante desgastadas pelo tempo e pela ação do cloro. Estamos instalando vigas de aço inox, material mais resistente e durável. Elas são essenciais para as atividades de manutenção dentro da elevatória e estavam praticamente inutilizáveis. Com a reforma, estamos preparando o local para receber um sistema de bombeamento mais moderno e confiável. É um investimento que garante o abastecimento mesmo diante de imprevistos”, destaca Augusto Pimenta, coordenador de Eletromecânica da Águas do Rio.
Segurança dos trabalhadores
O serviço exigiu alta capacidade técnica das equipes, já que o sistema de bombeamento está localizado a mais de 45 metros de profundidade, em um ambiente semelhante a uma caverna de pedra, com alta concentração de cloro no ar. Para proteger os trabalhadores, foi criado um rigoroso esquema de segurança, incluindo treinamentos, sistema de ventilação, monitoramento contínuo da qualidade do ar, uso de equipamentos de respiração autônoma e apoio de uma equipe especializada em resgate.
Profissionais das áreas de Operação, Eletromecânica, Saúde e Segurança do Trabalho, juntamente com prestadores de serviço especializados, atuam em conjunto para cumprir o cronograma da obra com total segurança para os funcionários.

“Além da complexidade técnica, há um cuidado enorme com a segurança de todos que atuam aqui. Cada etapa foi planejada para que o trabalho fosse realizado com excelência e total proteção às equipes”, afirma Marcelo Betzler, gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da companhia.
História da Elevatória Caixa Nova
A Elevatória Caixa Nova da Tijuca faz parte do sistema Guandu e recebe água do Túnel Canal, construído parcialmente dentro do Maciço da Tijuca, com 32 km de extensão e 60 metros abaixo do nível do terreno. O túnel vai de Santíssimo, na Zona Oeste carioca, até o reservatório dos Macacos, na Gávea, na Zona Sul.
Postado por [email protected] em 25/ago/2025 -
Recuperação de estrutura no Canal da Visconde de Albuquerque tem o objetivo de garantir bom funcionamento do sistema
Ela pode passar despercebida por quem caminha pelas ruas do Leblon, mas é essencial para manter a praia limpa e parte da cidade funcionando. Após meio século de uso, uma tubulação que leva o esgoto de bairros como São Conrado, Leblon, Gávea e Ipanema até o Emissário Submarino de Ipanema passou por uma reforma inédita. A intervenção aconteceu na travessia do canal da Visconde de Albuquerque, um ponto estratégico do sistema de esgotamento sanitário da Zona Sul.
A obra foi executada pela Águas do Rio e teve caráter preventivo. O risco era claro: com o tempo, a estrutura, instalada dentro da Estação Elevatória do Leblon, começou a apresentar sinais de desgaste e corrosão. Se nada fosse feito, havia chance real de vazamentos chegarem à areia da praia. Para evitar esse cenário, a solução foi reforçar a tubulação por dentro, com um revestimento de aço que cria uma segunda camada protetora. É o chamado “encamisamento”, uma técnica usada para aumentar a resistência e prolongar a vida útil da rede.

Além de recuperar o trecho antigo, a concessionária reforçou outros 14,5 metros da rede já em operação e vai concluir, ainda neste mês, a instalação de 140 metros de tubulação nova, correndo paralelamente à estrutura existente. O pacote de melhorias, segundo a concessionária, trouxe mais segurança ao sistema e reduz, de forma significativa, as chances de falhas no futuro.
“Foi uma intervenção fundamental para evitar um possível vazamento de grandes proporções. Trabalhamos com foco na antecipação de problemas e recuperação do sistema já existente. Reforçar essa estrutura com aço nos permite continuar operando com segurança e eficiência em uma região de alta sensibilidade”, explica José Maria Vaz, coordenador de Operações da Águas do Rio.
O Canal da Visconde de Albuquerque, que corta os bairros do Leblon, Gávea e Jardim Botânico e se conecta à Lagoa Rodrigo de Freitas, também vem recebendo atenção especial. Com pouco mais de 1,4 km de extensão, ele é alimentado pelos rios Rainha, Macacos e Cabeça, e tem papel importante na manutenção da limpeza da lagoa, já que faz a ligação dela com o mar.
Nos últimos dois anos, uma força-tarefa identificou 98 ligações clandestinas de esgoto ao longo de 42 km de rede. Como resposta, foram emitidas 208 notificações a imóveis residenciais e comerciais da região. Essas ações fazem parte de um esforço da Águas do Rio para mapear e eliminar pontos irregulares que prejudicam o sistema.
“A ideia é clara: modernizar, prevenir e proteger, para o bom funcionamento do sistema e pela preservação do meio ambiente”, concluiu José Maria.
Postado por [email protected] em 09/ago/2025 -
A Águas do Rio informa que foi necessário suspender temporariamente, na tarde deste sábado (09/08), a distribuição de água na Grande Tijuca e em partes do Centro e da Zona Sul do Rio de Janeiro, para a execução do reparo de um vazamento em uma tubulação de grande porte no bairro do Maracanã.
O serviço está sendo realizado na Avenida Rei Pelé, próximo ao acesso A do Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), em alinhamento com CET-Rio.
Após o término da intervenção, o abastecimento será retomado de forma gradativa, podendo levar até 72 horas — ou mais — para ser totalmente normalizado, especialmente em áreas elevadas e nas extremidades do sistema de distribuição.
A concessionária orienta os moradores das áreas impactadas a utilizarem a água armazenada em cisternas e caixas d’água apenas para atividades essenciais, adiando tarefas que exigem maior consumo até que o fornecimento seja completamente restabelecido.
A Águas do Rio segue à disposição pelo número 0800 195 0 195, que atende gratuitamente por ligações e mensagens via WhatsApp.e atende gratuitamente por ligações e mensagens via WhatsApp.
Postado por [email protected] em 09/ago/2025 -
A Águas do Rio informa que concluiu, no início da tarde deste sábado (09), o reparo emergencial em uma tubulação de grande porte na pista lateral da Av. Brasil, sentido Centro, próximo à passarela 7, em Bonsucesso. Desde então, o abastecimento de água em partes de Bonsucesso e do Complexo da Maré está sendo retomado de forma gradativa, podendo levar até 72 horas — ou mais — para ser totalmente normalizado, especialmente em áreas elevadas e nas extremidades do sistema de distribuição.
O tráfego continuará parcialmente interditado até a conclusão do serviço de repavimentação da via, que será finalizado até amanhã.
Postado por [email protected] em 09/ago/2025 -
Atualização (10/08): com a conclusão do serviço, na madrugada deste domingo, o fornecimento de água tratada nas regiões afetadas entrou em processo de normalização
A Águas do Rio informa que foi necessário suspender, temporariamente, a distribuição de água em partes da Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (09/08), para viabilizar o reparo de um vazamento em uma tubulação de grande porte na Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico.
Agentes da CET-Rio orientam os motoristas no local para minimizar os impactos no trânsito.
Após o término da intervenção, o abastecimento será retomado de forma gradativa, podendo levar até 72 horas — ou mais — para ser totalmente normalizado, especialmente em áreas elevadas e nas extremidades do sistema de distribuição.
Regiões afetadas: Jardim Botânico, Humaitá, Copacabana e partes da Lagoa e Botafogo
Postado por [email protected] em 20/jul/2025 -
A Águas do Rio informa que, na manhã deste domingo (20/07), foi necessário suspender o fornecimento de água tratada em alguns bairros da Capital do Rio de Janeiro, para viabilizar o reparo de um vazamento em uma rede localizada na Rua Maxwell, no Andaraí.
Regiões afetadas: Andaraí e partes da Tijuca, Grajaú e Vila Isabel.
Após a conclusão do reparo, prevista para a manhã de segunda (21/07), o fornecimento será normalizado, de forma gradativa, em até 24 horas.
A concessionária orienta os clientes a reservarem a água de cisternas e caixas d’água para atividades prioritárias até a regularização do fornecimento, e ressalta que segue à disposição pelo 0800 195 0 195, que funciona para ligações gratuitas e mensagens via WhatsApp.
Postado por [email protected] em 10/jul/2025 -
Ação com educadores da rede municipal no Mangue Alegria, no Caju, reforça a importância de um legado sustentável para as próximas gerações
Entre passos cuidadosos sobre o solo úmido e mãos que acolhem a terra, educadores transformaram uma manhã comum em um gesto coletivo de esperança. Foi assim que professores da rede municipal participaram, nesta quarta-feira, dia 9, de uma ação de plantio no Mangue Alegria, no Caju. A iniciativa na Zona Portuária carioca uniu natureza, educação e cidadania nas comemorações pelo Dia de Proteção aos Manguezais, celebrado oficialmente no próximo dia 26.
Com apoio da Águas do Rio, empresa do grupo Aegea, da organização Planetapontocom e da Secretaria Municipal de Educação, o mutirão foi conduzido pelo biólogo Mario Moscatelli, que apresentou os avanços do projeto na área e reforçou a importância do reflorestamento como ferramenta concreta de transformação:

“A recuperação e ampliação dos manguezais da Península do Caju são a prova incontestável de que, com vontade e trabalho, até os trechos mais degradados da Baía de Guanabara podem ser progressivamente recuperados. Não se trata de ‘milagre’, mas de trabalho permanente.”
Segundo o Ibama, os manguezais atuam como berçários da vida marinha, protegem o litoral contra a erosão e ajudam a capturar carbono, sendo ecossistemas essenciais para a biodiversidade e para o equilíbrio climático do planeta. Localizado no entorno da Estação de Tratamento de Esgoto Alegria, unidade operada pela Águas do Rio, o Mangue Alegria está em pleno processo de regeneração desde o ano passado.
Até agora, foram retiradas cerca de 150 toneladas de lixo da área e plantadas mais de 5,5 mil mudas de mangue-vermelho. O objetivo é revitalizar 8,2 hectares de área degradada, o equivalente a oito campos de futebol do tamanho do Maracanã, com o plantio gradual de 13,5 mil mudas.
Prêmio para professores
A ação desta quarta-feira reuniu cerca de 30 participantes, muitos deles professores vencedores do prêmio “Melhores Práticas – Esse Rio É Meu”, promovido pela Águas do Rio, através do Programa Saúde Nota 10, e Planetapontocom, além de representantes da Secretaria de Educação e das áreas de Meio Ambiente e Responsabilidade Social da Águas do Rio. Mais do que um plantio de 70 mudas de mangue, o encontro simbolizou mais um passo na construção de um legado ambiental para as próximas gerações.
Ricardo Constantino, professor do 5º ano, foi um dos educadores presentes. Ele destacou a importância da vivência prática no manguezal:

“A experiência foi muito bacana, porque me permitiu conhecer esse ecossistema além dos livros e ver como tudo acontece. Vivenciar na prática o plantio e perceber o impacto do lixo e os danos que ele causa ao meio ambiente foi, sem dúvidas, uma oportunidade única de aprendizado, algo que levarei comigo para a sala de aula”, disse o professor.
Diretor-executivo da Águas do Rio, Renan Mendonça endossou a importância da ação: “Quando professores, biólogos e comunidades caminham juntos, conseguimos deixar um legado que ultrapassa o presente. Reflorestar é também educar. E cada muda plantada nesse manguezal representa uma semente de consciência que será levada para dentro da sala de aula, transformando territórios e construindo um futuro mais sustentável”, destacou.
A atividade fez parte do projeto “Esse Rio É Meu”, que já mobilizou milhares de estudantes e educadores em prol da preservação dos corpos hídricos e da Baía de Guanabara. Para Silvana Gontijo, presidente da Planetapontocom, a ação mostrou como a educação é capaz de transformar o cuidado ambiental em um valor coletivo:
“Reforçamos que a verdadeira mudança começa na sala de aula. Quando os professores abraçam projetos como o ‘Esse Rio É Meu’ e inspiram seus alunos, a escola se torna uma ponte entre o saber e a ação. Assim como o Mário Moscatelli mostra que a luta ambiental é feita de dedicação diária, precisamos que cada educador seja multiplicador dessa causa, levando não apenas informações, mas um legado de cuidado para as novas gerações, dentro e fora da escola.”
Postado por [email protected] em 01/jul/2025 -
Início das ações de fiscalização na bacia do Mangue impulsionam a recuperação do afluente e beneficiam a Baía de Guanabara
Na Floresta da Tijuca, no Alto da Boa Vista, nasce o Rio Maracanã, que percorre parte da Zona Norte da cidade até desaguar no Canal do Mangue, e, posteriormente, na Baía de Guanabara. O que começa como um curso d’água cristalino se torna um rio escuro e sem vida, reflexo de décadas de despejo de esgoto in natura. Para transformar essa realidade, a Águas do Rio vem combatendo ligações clandestinas nas redes de água de chuva e reparando tubulações de esgoto no seu entorno. Em um ano, 25 milhões de litros de esgoto – volume equivalente a 11 piscinas olímpicas – deixaram de cair em seu leito todos os meses. E esse é só o começo.
O projeto de despoluição da bacia do Mangue foi estruturado em etapas. A primeira, já concluída, envolveu o mapeamento de dez quilômetros do Rio Maracanã e seus afluentes, com uso de vídeo-inspeção com superzoom para identificar pontos de lançamento irregular de esgoto nas redes pluviais. Com base nesse diagnóstico, a segunda etapa, atualmente em andamento, foca na recuperação e reconstrução das tubulações, além da fiscalização contínua e notificação dos usuários com conexões indevidas.

Um dos casos identificados chamou atenção pelo volume despejado: um edifício na Rua Barão de Mesquita lançava 1,5 milhão de litros de esgoto por mês no Rio Maracanã por meio de uma ligação clandestina a uma galeria pluvial. A Águas do Rio resolveu o problema com a implantação de uma nova rede de esgoto, eliminando a antiga conexão irregular. No total, a concessionária já realizou 251 desobstruções, 87 manutenções na rede e conteve 13 pontos com irregularidades.
“Neste primeiro momento, o foco das ações de fiscalização na bacia do canal do Mangue são as contribuições no Rio Maracanã. Essa frente de trabalho faz parte do compromisso ambiental da concessionária com a recuperação da Baía de Guanabara e caminha em conjunto com o principal projeto da concessionária, que é universalizar os serviços de esgotamento sanitário até 2033 – conforme determina o Marco Legal do Saneamento”, destaca Maria Alice Rangel, Gerente de Serviços da companhia.
Próximos passos
Todo o trabalho no Canal do Mangue, que também recebe as águas dos rios Papa-Couve, Trapicheiros, Joana e Rio Comprido, será fundamental na proteção da Baía de Guanabara. Para os próximos anos, a empresa está estruturando a implantação de coletores em tempo seco que vão captar o maior volume de esgoto despejado na bacia, que é gerado pelas comunidades do entorno. Por envolver estudos detalhados e obras de maior porte, essa etapa exige um planejamento mais extenso. A melhoria na qualidade da água do rio será gradual, acompanhando, principalmente, o avanço dessas intervenções.
Monitoramento

Para acompanhar a evolução das ações realizadas, a concessionária mantém uma rotina de monitoramento da qualidade da água, realizando coletas quinzenais de amostras, em cinco pontos do rio. Parâmetros como coliformes fecais, turbidez, pH e oxigênio dissolvido, entre outros, são analisados. Com esses dados, futuramente, a concessionária conseguirá mensurar os avanços obtidos e direcionar de forma ainda mais precisa as próximas etapas das intervenções para a recuperação do rio.