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A Águas do Rio tem investido em soluções inovadoras para ampliar o acesso ao saneamento básico em áreas de relevo em comunidades do Rio de Janeiro, onde equipamentos comuns não chegam. Uma dessas estratégias é a utilização de técnicas de rapel para a execução de obras de implantação e manutenção de redes de água e esgoto em comunidades onde o acesso por veículos e uso de maquinário são inviáveis.

A iniciativa já beneficiou mais de 500 famílias em sete comunidades da capital fluminense: Vidigal, Santa Marta, Gávea, Pavão-Pavãozinho, Santo Amaro, Rocinha e diferentes localidades do Complexo do Alemão. Nessas regiões, os profissionais descem por cordas com o apoio de equipamentos específicos para realizar os serviços com segurança e eficiência.

Na Rocinha, por exemplo, o rapel tornou possível levar água com pressão pela primeira vez a localidade conhecida como Roupa Suja, além de instalar tubulação de esgotamento sanitário na parte mais alta do morro que fica em cima do túnel Zuzu Angel. É alto pra caramba.

Já no Morro da Baiana, no Complexo do Alemão, o uso de rapel solucionou um vazamento que comprometia o abastecimento de água. Moradores como Antônio Olímpico reconhecem os avanços: “Essas obras dentro da comunidade vêm melhorando a situação da população. Antes, com o esgoto a céu aberto, era muito ruim, porque você não sabia onde pisava. Era muita lama e esgoto que prejudicava o dia a dia e a saúde da gente”.

Segurança em primeiro lugar

Gabriel Santos, que participou das intervenções na comunidade Inferno Verde, no Alemão, onde foram instalados aproximadamente 160 metros de rede de esgoto e construídos sete poços de coleta, ressalta: “tem lugares de difícil acesso que só com a ajuda do rapel para que a obra aconteça”.  

Para garantir a segurança dos profissionais envolvidos, todos os agentes passam por treinamentos conforme a Norma Regulamentadora nº 35, que estabelece diretrizes para trabalhos em altura. Os equipamentos utilizados incluem cordas semi estáticas, cintos tipo paraquedista, mosquetões, trava-quedas, polias, entre outros dispositivos de proteção.

Segundo Guilherme Pereira, supervisor de operações da Águas do Rio, o planejamento é essencial para superar os desafios logísticos e garantir a qualidade dos serviços prestados:

“Independentemente das dificuldades de acesso, fizemos um plano de ação para solucionar o problema e trazer condições adequadas para quem mora nessas comunidades.”

Com iniciativas como essa, a Águas do Rio reafirma seu compromisso com a universalização do saneamento e com a promoção de saúde e dignidade para todas as comunidades onde atua.

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