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Leila dos Santos, de 58 anos, sempre foi conhecida pela força e determinação. Moradora do bairro Cavalcanti, na Zona Norte carioca, a dona de casa, que é mãe solo e cuida sozinha da filha especial de 34 anos, conviveu durante quase um ano com um problema sério em casa: extravasamentos constantes de esgoto que traziam consigo não apenas água suja, mas também o medo de perder móveis, eletrodomésticos e objetos pessoais. O problema foi resolvido após a Águas do Rio realizar obra que também beneficiou outros moradores da mesma vila na Rua Ingá.

Logo na entrada da vila, segundo ela, era possível ver uma pequena barragem feita por vizinhos com a intenção de reduzir a quantidade de sujeira que invadia o local. E, nos fundos da sua casa, ela ergueu uma espécie de plataforma para sua máquina de lavar.

“Quando eu vim morar aqui já existia essa barreira na entrada da vila, mas pouco adiantava. E, na minha casa, mesmo com o piso mais alto, eu já precisei levantar a máquina de lavar porque o volume de esgoto era muito grande”, lembra.

Leila ressalta que optou por morar na Rua Ingá por acreditar ser mais viável para a locomoção da filha.

“Nós morávamos na parte alta de uma comunidade aqui perto. Com o problema da Eloísa, eu resolvi alugar aqui embaixo porque achei que seria mais fácil de sair com ela, mas não sabia desse vazamento.”

Leila disse ainda que, além das possíveis perdas materiais, também temia contrair alguma doença por causa da água contaminada por esgoto.

“Durante a chuva, eu precisava limpar e correr atrás das coisas que ficavam boiando. A gente fica com medo de se infectar, mas não tinha outra opção. Se eu não corresse para salvar o que boiava, quem iria fazer isso?”

Fim do problema

O problema começou a ser resolvido quando equipes da Águas do Rio realizaram estudo e obra na região. O problema, que tirou o sono da vizinhança por mais de 300 dias, segundo ela conta, finalmente acabou.

Profissionais da concessionária foram até o local e atuaram na desobstrução de uma rede antiga, bem num ponto em frente ao portão da vila, o que impedia a passagem do esgoto. Wesley da Silva Barros, operador do sistema de esgotamento sanitário da concessionária, explica como foi feito o trabalho:

“Desfizemos uma ligação antiga que existia na nossa rede coletora de esgoto e a conectamos na galeria de águas pluviais, da forma como deve ser. Quando chovia, a rede entupia porque estava ligada a um local inadequado. Depois da obra, essa água suja não voltou mais para a casa dos moradores”, afirmou.

Agora, com a tranquilidade de ter seu lar protegido, Leila pode se dedicar ainda mais aos cuidados de Eloísa.

“A gente ficava em pânico quando começava a encher tudo. Ainda mais esgoto, né? Era terrível! Essa obra foi um alívio”, concluiu a dona de casa.

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