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Ações da concessionária vão ao encontro do mais recente relatório lançado pelo Instituto Trata Brasil, que fala sobre ganhos obtidos com o saneamento

 

Nesta segunda-feira (8), a Águas do Rio fez sua estreia no Rio Innovation Week, um dos maiores eventos de inovação, sustentabilidade e tecnologia da América Latina.

O diretor-executivo, Renan Mendonça, que tem atuação nas mais de 500 comunidades da capital, participou do painel: Justiça Climática dentro das Favelas – Soluções para Amenizar as Desigualdades Sociais Geradas pelo Clima. O painel debateu o conceito de Justiça Ambiental, que aponta que grupos vulneráveis, sem acesso à infraestrutura adequada, como saneamento básico, acabam sofrendo ainda mais com as mudanças climáticas. Nesse sentido, a Águas do Rio levou informações sobre o trabalho desenvolvido nas comunidades das zonas Norte, Sul e Centro da capital, em seu primeiro ano de atuação. Durante a apresentação, Renan falou dos desafios da concessionária, apresentou histórias de pessoas beneficiadas e as metas da Águas do Rio para os próximos anos.

Na tela do evento foi exibida a história de dona Rudi, moradora do Pavão Pavãozinho, que tomou seu primeiro banho de chuveiro aos 63 anos de idade. “É inimaginável saber que alguém que vive numa comunidade do bairro mais famoso do mundo não tinha acesso à água tratada. Temos um desafio de universalizar o abastecimento e fazer com que as pessoas possam ter uma vida digna”, disse Renan Mendonça.

Novo Estudo do Trata Brasil

De acordo com as metas do Marco do Saneamento, a universalização dos serviços de água e esgoto, incluindo em territórios sem urbanização, como é o caso das favelas, devem acontecer nos próximos 12 anos em todo o país. De acordo com o novo estudo do Trata Brasil, os benefícios líquidos desse avanço estão na ordem de R$ 815,7 bilhões em 19 anos (2021-2040), ou seja, já com os custos descontados.

O setor com o maior ganho é a produtividade do trabalho, em que os benefícios irão ultrapassar R$ 437 bilhões nesse período. Isso significa que levar abastecimento de água potável e coleta e tratamento de esgoto para toda população brasileira vai além do que garantir qualidade de vida e a preservação do meio ambiente: é um ganho real para o país em termos econômicos.

No palco do Innovation Week, Debora Nascimento, ativista da Rede Climate Reality Project, complementou o tema falando sobre a necessidade da democratização dos espaços urbanos e seus impactos em comunidades indígenas e negras por meio de inovação tecnológica. “Nasci em periferia e pessoas dessas regiões não sabem o que é justiça climática e como as ações econômicas impactam suas vidas. É preciso pensar soluções e trazer equidade social”, disse Débora.

O evento acontece até o dia 11 de novembro, no Píer Mauá, e ainda contará com as participações dos diretores Sinval Andrade e Luiz Couto abordando os temas: Recuperação Ambiental da Baía de Guanabara e Inovação no Saneamento.

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