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Empresa é representada por diretora jurídica, que fala, entre outras coisas, sobre despoluição de praias e da Lagoa Rodrigo de Freitas

Dezenas de pessoas participaram, no dia 25/09, de um debate sobre o futuro da Baía de Guanabara na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), no Centro da capital fluminense. O encontro reuniu juristas, ambientalistas, representantes da sociedade civil, empresários, jornalistas, entre outros, e discutiu cenários, conflitos e perspectivas para este importante ecossistema e cartão-postal do país. Diretora jurídica da Águas do Rio, a advogada Tatiana Carius, participou de um painel que abordou o saneamento ambiental e os desafios da concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. 

“O sucesso do Novo Marco Legal do Saneamento está associado a uma gestão eficiente e planejada da ampliação dos serviços de água de esgotamento sanitário, mediante parceria permanente entre o poder público e o setor privado em busca da universalização. Em menos de dois anos de operação, a Águas do Rio já deu uma amostra da transformação que está em curso, o que reflete os recentes índices de balneabilidade em praias da Baía de Guanabara, como é o caso de Botafogo e Flamengo, que historicamente sofriam com a poluição, assim como a Lagoa Rodrigo de Freitas e diversos outros ecossistemas que vem dando resposta às ações implementadas. A Baía de Guanabara é o nosso maior desafio e estamos no caminho certo”, afirmou Tatiana, que, em sua apresentação, mostrou importantes avanços promovidos pela companhia nas 27 cidades do estado onde atua.

As palavras dela foram endossadas pela juíza Maria Teresa Pontes Gazineu, que integra o Fórum Permanente de Direito Ambiental e Climático da Emerj.

“O trabalho da Águas do Rio já começa a dar resultados. Vocês estão de parabéns! A autoestima do carioca até melhorou”, brincou a juíza, que presidiu a mesa e complementou: “Esse evento é de extrema importância para a sociedade. Temos hoje a dimensão de que o juiz não quer decidir, ele quer participar do processo decisório. Dar uma canetada não resolve nada. Em ações coletivas como esse encontro aqui, principalmente para a matéria ambiental, temos os interlocutores que importam explicando para nós a realidade. É com essa interlocução que teremos decisões sustentáveis”, disse Dra. Maria Teresa.

Também participaram do evento o promotor de Justiça José Alexandre Maximino; o engenheiro civil e especialista em Ciências Ambientais pela UFF Walter Plácido; o doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFF Rogério Rocco; e a presidente do Comitê da Baía de Guanabara e doutora em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento pela UFRJ Adriana Bocaiuva.

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